CAPA v2500

Atitude Positiva

Atitude Positiva

 

Devemos começar por nos valorizar, o que somos, os nossos princípios e valores que temos, e como chegámos até aqui. Devemos ter orgulho em Nós!

Comecemos por fazer uma retrospetiva, olhar para a nossa viagem e refletir. Começando por Questionar, será que realmente valorizo o que devo valorizar?

Fazendo uma retrospeção do nosso percurso, e começando pelos nossos pais, será que lhe dissemos o orgulho que sentimos em ser filhos deles? Será que já dissemos o quanto foram importantes para hoje sermos o que nós somos? Até mesmo naqueles momentos, que foi necessário um castigo uma lambada, que na altura tanto nos doeu, mas que foi graças a essas decisões, que nos puseram na ordem e que nos fizeram ser, quem somos. Pois é, a maioria de nós diz…eles sabem! No entanto, ai o quanto eles gostariam de ouvir da nossa boca “gosto tanto de ti, foram muito, muito importantes na minha vida, na educação que me passaram, nos princípios e valores que me deram. E que necessariamente nos vão pôr a pensar, se seremos capazes de fazer o mesmo quando educarmos os nossos filhos? Um peso brutal nos nossos ombros!

E já que estamos a falar em filhos, como decidimos, o que fazemos no nosso quotidiano? De forma inconsciente, valorizamos ou relativizamos? Normalmente andam sempre a toque de caixa, agora vão para o banho, já fizeram os tpc, agora vamos jantar para se irem deitar…enfim a lufa-lufa do dia a dia. Mas será que escutamos as suas histórias, os seus sentimentos, mimamos e dizemos-lhes o quanto nós gostamos deles, e a importância que tem nas nossas vidas? Fazemo-lo, mas com que regularidade? Em vez disto, quando interagimos, normalmente é para …podias ter feito melhor, ou que isso não volte a acontecer! O que quero dizer é que relativizamos com muita frequência o que devíamos valorizar, e valorizamos apenas o que corre menos bem! Ou até valorizamos o positivo, mas podíamos valorizar mais vezes!

E os nossos maridos ou mulheres que gostam tanto de nós … Comemos o bife com batatas fritas todos os dias, que apesar de ser uma ótima iguaria, sempre, sempre cansa. Há que ser criativo! E a constante postura do pois é…, mas eu estou cansada…tens de aguentar. Não valorizamos o que temos e damos as pessoas como certas…e um dia está lá outro ou outra!

É a complacência, damos as pessoas, as coisas, o mundo, como certo e … perdemos. Tudo isto nós relativizamos!

Mas se um tipo qualquer, no trajeto de casa para o trabalho, nos dá uma apitadela, vamos enaltecer esse comportamento, mesmo que não digamos nada, chegamos ao escritório e partilhamos com o colega que nos desafia para tomar um café, vê lá tu que um individuo me disse… E lá está o colega a ser minado pela nossa história do homem da apitadela, que nos chamou tudo menos santos! E bombardeamos os icebergs dos outros negativamente! À hora do almoço repete-se a história! E quando chegamos a casa alancamos verbalmente nos miúdos porque puseram os pés em cima do sofá! O que faz uma apitadela!

Pois é, relativizamos o que não devemos, o que somos, as pessoas que estão nas nossas vidas e valorizamos alguém que nos dá uma apitadela! Quem é aquela pessoa, ou apitadela, que nós permitimos que nos influencie todo o nosso santo dia?

É aqui que temos de ter uma atitude positiva valorizar o que é para valorizar e relativizar as pessoas e as apitadelas que são para desvalorizar.

Mas como? Começando por valorizar o que realmente interessa!

Deixarmo-nos de “Se” e passarmos para os “como”, existem fatores externos que não dominamos, é certo, mas mesmo assim podemos fazer algo por eles…o que é que eu posso fazer para…não voltar a valorizar o homem da apitadela? Perante esta circunstância…o que poderei fazer para… o problema está, quando cruzo os braços, carrego o fado, queixo-me e penso que nada posso fazer!

Deixar o “passado” e passar para o “futuro”! O passado só serve de histórico. Temos de nos focar na solução. O exemplo do copo de leite que se entornou. A nossa primeira preocupação é quem entornou o leite, em vez de limpar o leite, passar à solução e a seguir perceber as causas. Porque no momento, se não limparmos o leite, cada vez ele se expande mais, e levará mais tempo a limpar.

Deixar a “critica” e passar para o que “proponho”, pensar no problema com o intuito de arranjar uma solução, que alternativas tenho? Todos os problemas têm solução, com maior o menor esforço, com decisões mais fáceis e outras menos fáceis de tomar.

Não há “impossíveis” ouvimos muitas vezes “isso é impossível!” até que aconteceu! É melhor não falarmos disto…basta pensarmos no Covid-19! O que tornou possível!

Há fatores externos que não dominamos, no entanto o que é que vamos fazer para passar o ónus para nós… O que é que depende de mim, o quê que eu posso fazer para? Aceitar o que não posso mudar. Mudar o que está nas minhas mãos mudar.

Vamos começar por aceitar a situação e redirecionar a nossa energia, para o pensamento positivo, como é que me vou auto motivar, e motivar as pessoas que estão ao meu redor, a minha equipa, os meus colaboradores, a minha família! Para onde vai o meu foco, vai a minha energia: se me focar na solução, dou poder à solução!

 

Atitude Positiva em 3 Passos

 

1º Passo – Conhecer – Aceitar e tomar consciência do que fazemos bem e do que podemos melhorar. Pensar incomoda já dizia Fernando Pessoa e para além disso existe sempre a desculpa não tenho tempo agora para isso! Ou nada posso fazer! Exemplo: Fumo e fumar faz mal! Esta é a minha tomada de consciência.

2º passo – Querer – Muitas vezes conhecemos os problemas, reconhecemos os pontos fortes e de melhoria, mas dizemos…tenho que… O motor que nos faz agir não está a funcionar, e ficamos neste patamar! Agarrados, ao tenho que… E nada acontece! Devo optar por: “Vou fazer”, “Escolho” “Quero”. Vou deixar de Fumar! Quando começo? Agora ou a partir da próxima semana. Temporalizar no tempo.

3º passo – Agir – É o fazer acontecer! E como é que nos sentimos quando conseguimos atingir o que queremos? A nossa autoestima sobe e estamos preparados para mais um desafio, e a isto se chama o ciclo do aperfeiçoamento pessoal, profissional, de qualquer âmbito!

 

Um exemplo: Como nos sentimos quando deixamos de fumar? Com a nossa autoestima em cima, cumprimos o que queríamos! No entanto sentimo-nos mais gordinhos porque substituímos o deixar de fumar por doçaria ou qualquer tipo de comida, para compensar a falta de nicotina. Então vamos acionar e começar um novo ciclo: Estou gordo, vou querer emagrecer, e o que vou fazer para alcançar este novo objetivo. Aperfeiçoamento pessoal!

Ao fazermos algo que não acreditávamos que conseguimos fazer, sentimos a nossa resiliência, a esperança, a dignidade e a coragem de ficarmos cada vez mais fortes. Se não o fizermos, no futuro teremos de fazer escolhas cada vez mais difíceis que exigirão ainda mais coragem.

Vamos desconstruir mentalmente esses muros, e quando finalmente caiem, não conseguimos acreditar que um dia nos causaram tanto medo, paralisando-nos e frustrando-nos. Recordem-se e enumerem uma lista de impossíveis que acabaram por não ser. Vamos começar por ancorar essas ditas coisas…para aumentar a nossa confiança! Um exemplo pessoal: Quando pensava na possibilidade de criar uma empresa de formação e consultadoria, pensava que não estava preparada para gerir e teria de ter mais Know-how. Sim é verdade, que a experiência me foi dando capacidades, mas ainda assim, eu criava os meus próprios muros. Que responsabilidade! Será que vou ser capaz? E voilá… criei a RWPG formação e consultadoria! Afinal fui capaz! E cada vez mais a minha confiança se ancora!

A linha mental que separa o possível do impossível é muito ténue. Tudo começa com a mudança de rotulo “Tudo é possível”. Embora lá…vamos começar por traçar os nossos objetivos. Começar por responder ao maior número de prenomes possíveis: O quê? Como? Quando? Onde? Com quem?…detalhar, detalhar, alterar hábitos e rotinas com estratégias, e a seguir recompensarmo-nos, para que nos motive o suficiente para que a mudanças se tornem uma realidade.

 

3 Passos para efectivar este Desenvolvimento Pessoal

 

1º Passo – Onde estou, o que é que está a acontecer? (Observar e aceitar- Sem aceitar, não vamos conseguir responder a esta pergunta. Aceitar é o contrário de resistir. A Aceitação é o que nos permite estar em paz com o que aconteceu, ficamos mais aptos para agir. Sem aceitação não pode haver ação eficiente. Este processo é a essência do desenvolvimento pessoal…Não é dizer deixa lá isso! “Eu não acredito que isto me esteja a acontecer”, “Eu deveria ter feito diferente, agora vai ser muito mais difícil”. Fico preso a uma frustração. Temos de aceitar para estarmos conscientes do que se está a passar – deixar o passado e focarmo-nos no futuro, o quê? E o que depende de mim agora para…)

2º Passo – Para onde quero ir? (Convite para parar e para me debruçar)

3º Passo – O que posso fazer para lá chegar? Depois de definir muito bem o ponto de partida e o ponto de chegada. Destas situações, qual é que eu vou escolher, tendo em atenção a importância da flexibilidade e orientado também para os nossos recursos externos.

 

Coragem! E muita atitude positiva!

 


 

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Escrito por Rute Gonçalves, Consultora InPar

 

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